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Léo Nogueira

O cearense radicado em São Paulo, Léo Nogueira, 33, é escritor, compositor e poeta. Atualmente, nos intervalos de atividades diversas, dedica-se a expandir sua contribuição nas artes.

Chegou a escrever artigos para alguns jornais culturais e atualmente finaliza seu segundo romance, ainda sem nome.

Como compositor, saiu-se vitorioso em vários festivais de MPB dos quais participou, em diversas regiões do país. Tem canções gravadas por diversos artistas da nova safra da MPB, além de parcerias com nomes emergentes do cenário musical, tais como Nelson Machado, Jane Duboc, Élio Camalle, Adolar Marin, Vasco Debritto, Daisy Cordeiro, Rafael Alterio, Clarisse Grova, Sonekka, além do cubano Paquito D’Rivera e dos japoneses Kana e Toshiro Ono.

Como poeta, participou do Concurso Literário 500 Anos de Poesia, realizado em Porto Alegre-RS, do qual recebeu a Comenda 500 Anos Poéticos Brasileiros e teve editado o livro de poesias "Antologia 500 Anos", pela Shan Editores, no ano de 2000.

Foi figura importante no popular Samba da Bênção, projeto realizado em 2002 no Teatro Arthur Azevedo, que homenageava, semanalmente, os mais variados compositores da história do samba. O projeto diferenciava-se dos demais por reunir música, teatro e poesia num só espetáculo. Nogueira participou do projeto como palestrista, fazendo intervenções entre uma música e outra para contar detalhes sobre a biografia de cada compositor. O trabalho foi resultado de inúmeras pesquisas sobre a obra e a vida de cada um dos compositores homenageados.

Nos anos de 2002 e 2003, viajou por diversas cidades do Japão, na função de diretor musical, nas turnês de lançamento dos dois  CDs de Kana (também sua esposa), que fez mais de 50 shows em seu país.

No segundo semestre de 2004, sua valsa “Raízes” (parceria com Kana), foi a canção-tema do documentário “Watashino Kisetsu” (Minha Estação), do diretor Shigeru Kobayashi, que venceu o Festival de Cinema Mainichi Shinbun, o mais importante do Japão.

É compositor associado ao Clube Caiubi de Artes, bar em que se apresentam novos nomes da MPB e que tem a curadoria do compositor Zé Rodrix. Segundo palavras de Rodrix, o Caiubi se assemelha em espírito e talento ao Beco das Garrafas, que foi palco primeiro de diversos nomes, hoje consagrados, da Bossa Nova.